quarta-feira, 6 de maio de 2009

O funcionamento e o papel social das comunidades como promotoras de desenvolvimento e bem-estar pessoais




Hospitais, Bombeiros, Policia, Lar de idosos, Infantários, Centros de emprego, Escolas são instituições que dão origem ao desenvolvimento do nosso país.
E não só….
São locais que nos oferecem os seus serviços que acabam por nos ser úteis no nosso dia-a-dia.
Os centros de emprego ajudam-nos na procura de emprego quando estamos desempregados. Os infantários ficam com os nossos filhos quando vamos trabalhar, os hospitais dão-nos assistência médica quando precisamos. As rodoviárias têm autocarros para nos podermos deslocar, se for necessário. É claro que a maior parte destes serviços têm que ser pagos mas em contrapartida dão-nos algum conforto e ajudam no desenvolvimento do país.
Este desenvolvimento acontece havendo ofertas de trabalho, se não houver ofertas o país também não tem desenvolvimento social.
Algumas instituições do nosso desenvolvimento.
Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor
Liga Portuguesa dos Direitos do Homem
Liga dos Combatentes
Liga para a Protecção da Natureza
Esta evolução teve uma grande importância para as nossas vidas, porque sem a evolução do desenvolvimento seria como antigamente. Por exemplo: Os hospitais eram muito vastos, infantários não havia, transportes públicos também não, ou seja, com o desenvolvimento os serviços públicos tornaram-se muito mais acessíveis. Temos associações que nos apoiam se formos vítimas de violência ou há instituições para os toxicodependentes entre muitas outras.
Curo Efa-Ns Técnico de Segurança e Higiene no Trabalho
Trabalho realizado por: Marisa Dos Santos Sousa

A DIMENSÃO FÍSICA DO ESPAÇO DE VIVÊNCIA, CONSIDERANDO AS COMPONENTES DE ESTAR E DESLOCAR


Introdução

Há 30 anos as pessoas fugiam das aldeias para as cidades em busca de melhores empregos. "E estas começaram a crescer desordenadamente e a sufocar a população. Neste momento há quase mais casas do que pessoas vantagens e desvantagens.
Os portugueses começam a perceber as vantagens de se trocar a cidade pela aldeia. Gente que não quer viver na cidade porque há "sinais de desqualificação do espaço " ou seja têm vindo a ser alvo de uma construção desenfreada.
O tempo que falta
A falta de espaço na agenda para se ir a um médico, o tempo que falta para estar com os filhos, a vida familiar que encolhe, o trânsito, os nervos, e a qualidade de vida que vai diminuindo dão origem a grandes crises de stress.A mobilidade nas cidades hoje em dia é mais acessível, já existem autocarros, metros e comboios a todas as horas o que facilita a vida das pessoas na sua mobilidade.
Os principais serviços sociais encontram – se todos na cidade, tribunal, câmara, correios, bancos etc.Já nas aldeias as deslocações são mais complicadas se não houver transporte particular, os meios de transporte não passam a qualquer hora e em alguns lugares nem chegam a passar o que faz com que a população que vive nas aldeias fique mais isolada das cidades e dos serviços que estas facultam.

Procurando o bem-estar
Mesmo aqueles que não podem abandonar a cidade de vez, porque lá trabalham, podem - caso optem por viver numa aldeia - usufruir de uma "paz que chega pela ausência de barulho e de poluição". "Obviamente, também há os que continuam a viver nas cidades e têm uma casa no campo para fins-de-semana.

Novos rurais
Algumas das pessoas que migram para zonas rurais não vão só à procura da paz e tranquilidade, tendo mesmo necessidade de acabar com o anonimato e a impessoalidade sentidas nas cidades. São pessoas que sentem o apelo da natureza e que pretendem interagir com os locais - aqueles que sempre viveram na cidade por falta de opção.
Apenas o espaço Uma parte destes migrantes opta pela aldeia pela qualidade de espaço. De qualquer forma, criam nas aldeias para onde vão habitar o seu próprio espaço, mantendo um clima de impessoalidade
Trabalho realizado por Sónia Camacho
Curso EFA - NS Curso Técnicos de Higiene e Segurança no Trabalho
ETAP Pombal

Relação da organização e da Construção do Espaço Urbano, entre o estar e o deslocar, com a satisfação das necessidades do Homem

Esta relação consiste na forma como é construída uma cidade e a satisfação do homem. As cidades são construídas de forma organizada, de modo a rentabilizar ao máximo o espaço. Trata-se de um aglomerado de blocos de prédios, que de certa maneira parece um caixote de apartamentos uma vez que não existem espaços verdes entre os edifícios.
Um centro Urbano só tem prédios, não existem vivendas nesses centros.
Apesar de se querer rentabilizar o espaço e o tempo, também existe a preocupação de satisfazer as necessidades do Homem, num só prédio podemos encontrar, por exemplo, conservatória; registo civil; finanças, entre outros. Num outro encontramos um shopping onde temos variados tipos de lojas sem que haja necessidade de termos de caminhar muito e procurar em muitos lados os produtos que estão juntos no mesmo espaço. Desta forma consegue-se em apenas algumas horas tratar de diversos assuntos.
Também as pessoas da aldeia têm a vida um pouco mais facilitada: com este tipo de construção vieram novos meios de transporte (e mais rápidos) que lhes facilita a deslocação.
A Construção Organizada tem a vantagem de ser feita para que quem nelas vive tenha acesso aos mais variados novos tipos de tecnologia.

Mas nem tudo são rosas: também existem espinhos.Os espaços verdes estão a desaparecer cada vez mais rapidamente e a poluição é cada vez maior, prejudicando a saúde não só de quem nelas habita como quem habita nos arredores das cidades.
Trabalho realizado por Aldina Pedro
Curso EFA - NS de Técnicos de Segurança e Higiene no Trabalho
ETAP Pombal

A Distribuição da População Portuguesa


Em 2001, a densidade populacional era de 112hab/km2, valor muito próximo da média da UE-25 (114hab/km2 . As maiores taxas de crescimento demográfico registaram-se quase sempre nos concelhos do litoral, com destaque para as áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, enquanto a maioria dos concelhos do interior perderam habitantes. No interior foram aumentando os centros urbanos. Os investimentos realizados em parques industriais, pólos universitários, melhoria das acessibilidades e na cultura e lazer, têm contribuído para o crescimento das cidades. Os factores naturais que levam as pessoas a fixarem-se em determinados lugares, como o clima ameno, o relevo pouco acentuado, um solo relativamente fértil e a abundância de água criam maiores concentrações de população, pois é uma área atractiva para o desenvolvimento populacional.
No entanto onde o relevo é mais acentuado, os solos apresentam pouca produtividade e menos disponibilidade de água torna as áreas menos atractivas.
Com a excessiva concentração de pessoas em certos locais vão surgindo ao longo dos tempos problemas como o desordenamento de espaço devido à construção excessiva de edifícios, falta de espaços verdes, o aparecimento de bairros degradados e de construção não planeada.
A degradação ambiental verifica-se na forte poluição atmosférica e excessiva produção de resíduos, os solos que anteriormente eram de cultivo foram-se transformando em locais urbanos.
EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO PORTUGUESA ENTRE 1900 E 2001

Este gráfico representa a população portuguesa durante o Séc. XX .
Verifica-se um aumento da população entre 1970 e 1981 devido á diminuição do fluxo emigratório, do regresso a Portugal de muitos emigrantes e residentes das ex-colónias, e do crescimento natural positivo; natalidade .
Trabalho realizado por Sónia Morais
Curso EFA - NS de Tecnicos de Segurança e Higiene no Trabalho
ETAP Pombal

Êxodo rural: o abandono do campo pelos seus habitantes



Os habitantes das aldeias tentavam encontrar uma vida melhor na cidade. Procuravam melhores condições de vida a nível de alojamento, mais acesso à saúde, à cultura e à educação. Esperavam encontrar também emprego menos pesado e melhor remunerado, por outro lado existia a facilidade de acesso a transportes dentro da cidade, outras vezes existia o incitamento dos familiares e amigos que já viviam na cidade.
Com falta de terras para trabalhar, os salários agrícolas muito baixos, os rendimentos dos agricultores muito pequenos, o rápido crescimento de implementação mecânica na agricultura e consequente libertação de mão-de-obra, as crises nas colheitas atingidas pelas secas, inundações ou doenças, todos estes factores contribuem para o êxodo rural.





Hoje em dia os papeis foram invertidos as pessoas fogem da cidade para a aldeia, pois na cidade aumenta a taxa de desemprego, o sector terciário começou a ficar saturado, muitas fabricas começam a fechar, os habitantes deixam de ter poder de compra para o pagamento das contas ao fim do mês e até para os bens essenciais, por isso começam a fugir para a aldeia onde tem as suas terras, onde começa a cultivar tudo o que estava em pousio.




Trabalho realizado por Mónica Conceição

Curso Efa - NS de Técnicos de Segurança e Higiéne no Trabalho

ETAP - Pombal